O vídeo mostrado ontem na TV, em que o líder do MST em São Paulo, durante a invasão da fazenda da Cutrale que destruiu mais de 7000 pés de laranja, além de depedrar as instalações, máquinas e equipamentos, dizia “Temos que, pelo menos, dar prejuizo a eles”. Com isso, ele demonstra o que são estes facínoras travestidos de defensores do movimento social.
Hoje, o facínora mor, João Pedro Stedile critica a prisão dos comandantes desta invasão e quer iniciar uma campanha contra a Cutrale.
Se existe uma questão na justiça quanto à posse das terras onde está localizada a fazenda, o melhor a fazer é buscar todos os recursos, dentro da legalidade, para que a situação seja resolvida, o mais rápido possível.
Não é cometendo ilegalidades, destruindo laboratórios de pesquisa como foi feito na Aracruz ou os pés de laranja e instalações da Cutrale que se promove justiça social.
Para mim, as prisões foram muito bem feitas, faltando apenas a de Stedille, marginal maior deste processo.
Vamos dar força à legalidade, vamos protestar contra estes facínoras
Ótima semana
César
Concordo com você Cesar.
ResponderExcluirUma coisa são lavradores reinvindicarem do Governo uma política de assentamento em terras improdutivas, com o necessário incentivo e apoio técnico para que estas terras se tornem produtivas e outra coisa é sair por aí invadindo e destruindo terras produtivas, o que se constitui em ato de vandalismo.
Olá Cesar!
ResponderExcluirInfelizmente sao fatos que demonstram o quanto o Movimento Sem Terra se perdeu ao longo de sua trajetoria, tornando-se mais um grupo de vandalos do que um grupo a-político.
É uma pena, pois podiam se engrandecer ainda mais, amadurecendo como um grupo sério e não como um bando de vandalos.
Lembrando que, claro, tudo tem sua exceção. Creio que ainda há membros que possam lavar o nome do grupo. Só precisam se impor, multiplicar-se e resgatar a essencia do seu grupo.
Obrigada Cesar pelo espaço,
Abraços!
Valéria