Tenho acompanhado a ação policial no Rio de Janeiro e a audácia dos criminosos. A policia está agindo corretamente tomando atitudes que, há muito deveria ter tomado. Para quem é mais velho como eu, e morou no Rio, sabe que isso remonta o tempo do Leonel Brizola, proibindo a Policia de subir nos morros.
Mas, algumas coisas me preocupam muito:
1 - A ordem para os ataques no Rio saíram daqui de Catanduva, mais precisamente de Elias Maluco e um outro chefe de facção;
2 - O Delegado responsável disse que não tem como impedir o contato dos presos com pessoas de fora; e
3 – Na rádio, hoje, o Salomão Schvartzman falou que o Elias Maluco, condenado pela morte de Tim Lopes a 22 anos de prisão, pode ser solto pois cumpriu 1/3 da pena.
Para não me alongar muito, vou falar o que penso:
As nossas leis são muito benevolentes, não interessa o tipo de crime e soltam com 1/3 da pena cumprida. Lembram do estuprador que saiu e estuprou e matou mais meninos, há pouco tempo?
Para mim, este tipo de criminoso deveria ficar incomunicável. Contato com advogado só pelo interfone e gravado.
Também não poderia ser beneficiado com a liberdade após cumprir 1/3 da pena, teria que cumprir integralmente
As nossas leis deveriam ser mais duras, em casos desta natureza, os chamados crimes hediondos. Quanto à pedofilia (para mim, mais que hediondo), também deveria ser assim mas até nem me preocupo tanto pois, os presos tem um código de conduta e, fazem o serviço direitinho eles pagam na hora. Até sei que, no momento em que os agentes os levam para a cela, vão gritando no caminho “Duque Treze”, sinal para fazerem o serviço (viram mulher para os detentos), alguns se suicidam. (Apesar do presidente Lula dizer que Bingo é pior que pedofilia).
Quero iniciar uma campanha para que os nossos Deputados e Senadores, na próxima legislatura, façam algo de útil e votem leis mais duras que coíba a violência e os crimes hediondos.
Para pensar: Se a alta sociedade, que se escandaliza com a violência, não consumisse drogas, o que seria dos traficantes?
Ótima semana a todos
César