domingo, 14 de março de 2021

O QUE EU NÃO APRENDI SOBRE LÓGICA Desde o ensino secundário estudo sobre lógica, sempre me baseando em algo "muito novo", que remonta 300 anos antes de Cristo, a Lógica Aristotélica. Em resumo, ela busca analisar se os argumentos utilizados nas premissas, levam a uma conclusão COERENTE. Vejamos: • É sempre justificado o Lockdown com base na Ciência. Se esta conclusão é coerente, por que não apresentar estudos científicos que comprovem que o Lockdown salva vidas? Existem muito mais artigos científicos mostrando que não há evidências de que o Lockdown salva vidas; • Cobrei do governador do Rio Grande do Sul uma explicação científica sobre a relação entre produtos considerados “supérfluos” e a propagação do Covid-19. Ele não explicou nada, e o prefeito de Curitiba tomou a mesma decisão. Se a minha sandália quebrar, eu não poderei comprar outra porque sua Santidade o Perfeito (desculpem o trocadilho) decidiu que sandálias são um item supérfluo. Deve achar que andar calçado é superficial; • Na mesma direção vai o fechamento das lojas de materiais de construção. Ora, as grandes obras feitas por grandes construtoras não compram em lojas de bairro, e sim diretamente dos fabricantes. Onde pequenas obras ou reformas que mantêm o emprego de muitos poderiam causar disseminação do Covid-19? • Também o que eu aprendi sobre lógica dizia que se você tem uma possibilidade de aglomeração em locais com horário definido, o mais adequado seria aumentar a disponibilidade de horário, e não o contrário, como foi feito ordenando-se o fechamento de supermercados às 18:00; • O mesmo vale para o transporte público. As pessoas que precisam trabalhar entram em espaço confinado com poucas possibilidades de respirar porque a prefeitura não quer aumentar a frota em horário de pico; • As feiras livres, que funcionam ao AR LIVRE (e portanto com menos risco de contaminação do que ambientes fechados), serem proibidas, é algo também intrigante para os meus padrões de pensamento. Poderia ficar falando sobre uma outra infinidade de coisas que desafiam tudo que aprendi sobre lógica, mas quero apenas provocar reflexões: • Quem vai ao Supermercado passear ou ficar procurando produtos ditos "supérfluos", com a escassez de dinheiro que as pessoas estão tendo? • Quem vai entrar em um transporte completamente LOTADO apenas para se divertir? • Praias e parques, fontes de Vitamina D (que o corpo precisa de luz solar para sintetizar) e respiração ao ar livre, não deveriam estar cada vez mais disponíveis? • Por que os governantes não apresentam DADOS, em uma linha do tempo, mostrando o que foi feito para aumentar a disponibilidade de leitos, ao invés de querer trancar todo mundo em casa? Será que aplicaram adequadamente os recursos que o governo Federal enviou para os Estados e Municípios? • Colocar o TRATAMENTO PRECOCE nos protocolos de saúde pública não poderia reduzir a necessidade de internação em UTI’s? Existem centenas de estudos que comprovam, mas os chamados "negacionistas" somos nós, que o defendemos. Estes são pontos que, espero, façam as pessoas pensarem com mais profundidade.

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